sábado, 3 de maio de 2014

Moradores no extremo sul de São Paulo,Masilac deve ganhar linha de ônibus após protesto


ônibus
Ônibus para transporte escolar em Engenheiro Marsilac, no extremo sul de São Paulo. Moradores dizem que se ônibus escolares, caminhões de coleta de lixo e ambulâncias são liberados para circularem na área, que é de preservação ambiental, uma linha de ônibus regular deveria ser permitida também. Prefeitura estuda duas propostas de ligação. Foto: Movimento Passe Livre.

Marsilac deve receber linha de ônibus após protesto
Depois de licenciamento ambiental, prefeitura pode colocar os serviços em 20 dias. Há duas propostas de itinerários
A região de Engenheiro Marsilac, no extremo Sul da Capital Paulista, deve receber uma linha de ônibus ainda neste semestre.
A prefeitura de São Paulo estuda duas propostas de ligação.
Uma das alternativas é uma linha rural gratuita circular com o trajeto Mambu / Marsilac e Reserva / Embura, integrada a uma linha de ônibus que vá até o Terminal Parelheiros. A linha contaria com dois veículos.
A outra possibilidade é de uma linha tarifada, de extensão maior, entre Mambu e o Terminal Parelheiros, de onde os passageiros poderiam seguir viagem pelo Bilhete Único em outras linhas da capital.
No dia 11 de abril de 2014, o MPL – Movimento Passe Livre e o Grupo Luta do Transporte no Extremo Sul realizaram um protesto diferente. Foi alugado um miniônibus Volare que fez o transporte gratuito de passageiros entre a Estrada do Mambu e o ponto de ônibus da linha 6L01 que liga Marsilac ao Terminal Varginha, no Grajaú.
Nesta segunda-feira, dia 28 de abril, manifestantes se acorrentaram na Prefeitura de São Paulo pedindo uma linha.
Os moradores dizem que precisam caminhar até 15 quilômetros para conseguirem ter acesso a um ônibus.
Segundo o Movimento Passe Livre, nesta segunda-feira, a Secretaria de Transportes e a Secretaria de Relações Governamentais se comprometeram a analisar as duas sugestões.
A área onde os moradores querem a linha de ônibus é de preservação ambiental. Após liberação por parte da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, a prefeitura pode criar a linha em 20 dias.
Os moradores dizem que pelo local já passam caminhões de coleta de lixo, ambulâncias, carros comuns e ônibus escolares contratados pela prefeitura e que a linha regular municipal não traria impactos ambientais.

Fonte: ,por: Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

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