segunda-feira, 2 de março de 2015

SP: Estudantes com direito ao passe livre metropolitano já podem procurar instituições de ensino



passe livre
Estudantes já podem procurar escolas para passe livre metropolitano
Cota é de 48 viagens por mês e de 24 durante as férias
A partir desta segunda-feira, dia 02 de março de 2015, estudantes que têm direito ao passe livre nos transportes metropolitanos já podem procurar as instituições de ensino.
A gratuidade vale no Metrô, na CPTM, ônibus e trólebus da Metra, no Corredor Metropolitano ABD, e ônibus intermunicipais gerenciados pela EMTU na Grande São Paulo e regiões metropolitanas de Campinas, Vale do Paraíba e Baixada Santista.
Conforme o decreto, têm direito ao chamado passe-livre estudantes das redes públicas do ensino básico, médio e de cursos técnicos estaduais, independentemente da renda.
O estudante vai poder usar ônibus, trem e metro gratuitamente durante as férias de julho e dezembro. Mas a cota será menor: de até 24 viagens. Nos outros meses a cota máxima é de 48 viagens
Conforme o decreto, têm direito ao chamado passe-livre estudantes das redes públicas do ensino básico, médio e de cursos técnicos estaduais, independentemente da renda.
Já quem estuda em instituições de nível superior deve comprovar renda per capita familiar de 1,5 salário-mínimo e meio nacional: R$ 1.182,00.
Também têm direito à gratuidade estudantes que contam com programas como ProUni, Fies ou inscritos em cotas sociais.
Ainda de acordo com a regulamentação publicada no Diário Oficial, a distância entre a casa do estudante e a instituição de ensino deve ser de um quilômetro, no mínimo.
O limite é de 48 viagens por mês e 24 viagens durante as férias de julho e dezembro.
A emissão do cartão que dá direito à gratuidade nas viagens vai custar sete viagens para os ônibus e trólebus metropolitanos e cinco tarifas de R$ 3,30 para metrô e trem.
A instituição de ensino deve ser procurada pelo estudante. O benefício é automático para estudantes das redes públicas de ensinos fundamental e médio e para os bolsistas do ProUni e Fies.
Já os estudantes de ensino superior da rede pública ou inscritos nas cotas sociais precisam comprovar renda.

Fonte: Blog: Ponto de ônibus, por: Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes

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