quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

CONSUMIDOR: Telefonia lidera lista de reclamações ao Procon em 2015

Resultado de imagem para telefoniaClaro, Oi e Vivo aparecem nas três primeiras posições entre as empresas que mais foram alvo de queixas nos Procons de todo o país

 telefonia liderou a lista de reclamações em 2015 em todos os Procons do país. Levantamento da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon) informa que a telefonia celular (13,4%) e a telefonia fixa (9,5%) foram os assuntos que mais fizeram os brasileiros procurar os Procons no ano passado.

Foram realizados 2,64 milhões de atendimentos em 2015, aumento de 6,3% em relação ao ano anterior, com média mensal de 220.000 consumidores atendidos. A maior parte das pessoas procurou o órgão para fazer algum tipo de reclamação (65%). O restante foi atrás de alguma consulta ou orientação.

Entre os cinco primeiros assuntos que mais motivaram a procura aos Procons aparecem ainda cartão de crédito (7,3%), TV por assinatura (6,9%) e banco comercial (5,7%). As principais reclamações estão relacionadas a problemas com cobranças (39,2%), com contrato (17,3%) ou má qualidade dos produtos ou serviços (15,9%).

No ranking das empresas que mais levaram os consumidores aos Procons em todo país aparecem, por setor, Claro/Embratel/NET (telecomunicações), Itaú Unibanco (bancos), Ponto Frio/Casas Bahia/Extra/Pão de Açúcar (varejo), Samsung (indústria), AES Eletropaulo (concessionárias de energia), Qualicorp (saúde suplementar), TAM (companhia aérea).

O grupo das cinco empresas que mais foram alvo de reclamação, independentemente do setor, é formado por Claro/Embratel/NET (204.145 queixas), Oi (200.659), Vivo/Telefônica/GVT (165.048), Itaú (92.934) e SKY (89.273).

Os dados fazem parte do Boletim Sindec 2015, documento que reúne informações sobre as demandas dos consumidores apresentadas aos Procons integrados ao Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec). Fazem parte do Sindec 683 Procons espalhados por 531 cidades brasileiras.

Fonte: Fundação Procon

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