sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Laboratório da EMTU estuda sistema para cobrar tarifa proporcional ao trecho que o passageiro usar da linha de ônibus



Veículo da Metra. Empresa deve ter chat on line para passageiro durante a viagem, segundo núcleo de inovação da EMTU.
O assunto é polêmico e antigo nos transportes. É correto o passageiro que anda somente em um trecho da linha de ônibus pagar a tarifa inteira, afinal, em tese ele “usou menos o transporte”?  Ou a cobrança proporcional poderia prejudicar quem mora mais longe e, habitualmente tem renda menor, e passaria a pagar mais?
Como equilibrar os já complicados repasses e remuneração pelos serviços de transportes, cujas planilhas hoje já são confusas mesmo com tarifas únicas nas linhas? E o papel social dos transportes? Hoje, existe um subsídio cruzado nas tarifas quanto à distância percorrida: quem paga e anda pouco ajuda a deixar mais barata a passagem de quem fica mais tempo no ônibus. Por exemplo: uma tarifa de R$ 4,30, de a cobrança fosse proporcional ao uso, que anda pouco poderia pagar R$ 2,00, mas quem mora mais longe, poderia ter de desembolsar até R$ 5,50.
É justo isso?
Mas quem anda menos é obrigado a pagar por quem anda mais?
Esse equilíbrio não é o poder concedente quem deveria proporcionar?
Mas como faria isso? Por subsídios diretos? E a questão dos cofres públicos, sem dinheiro para saúde, educação e os próprios transportes, com obras insuficientes de corredores de ônibus, por exemplo, como ficaria?
A questão é tão polêmica que já foi capaz de mudar cenário eleitoral na capital paulista, numa época não muito distante.
Na campanha de 2012, o deputado Celso Russomano, que pleiteava a prefeitura de São Paulo e liderava as pesquisas de intenção de votos, apresentou uma proposta de mudar o Bilhete Único, com cobranças de tarifas diferentes de acordo com o trecho percorrido.
Numa entrevista na época, ao Jornal O Globo, cientista político Claúdio Couto, professor da Fundação Getúlio Vargas, considerou suicídio na campanha, do ponto de vista eleitoral, a proposta de Russomano de tarifar com preços diferentes os passageiros de ônibus de acordo com a distância percorrida.
 “A bala de prata, na verdade quase um suicídio, foi a proposta de tarifar o ônibus com base na distância percorrida. Foi uma proposta equivocada. Quando atacado sobre isso, a resposta dele foi vaga e isso explicitou a baixa densidade.” – disse.
Também cientista político, Antonio Carlos Almeida, autor do livro “A Cabeça do Eleitor”, disse que a proposta mostrou amadorismo eleitora de Russomano, na ocasião.
“O Bilhete Único é bem aceito pela população. Não se mexe com uma coisa dessa. O Russomanno perdeu por causa dessa ideia. A proposta mostrou que a campanha era amadora.” – explicou.
Ambos apontam a proposta como mais fatal à candidatura de Russomano a proposta de cobrar passagens de ônibus diferentes por trecho que a ligação de seu partido com a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, que tem milhões de seguidores no Brasil, mas também tem milhões de pessoas que se antipatizam com a denominação neopentecostal.
O que muitos especialistas defendem é que algumas linhas, principalmente as mais extensas e as metropolitanas, possam ter faixas tarifárias controladas por meio da tecnologia.
Não é raro, ainda pelo desenho de muitos sistemas de transportes, as linhas metropolitanas serem usadas para deslocamentos municipais.
De toda a forma, enquanto as discussões sobre equilíbrios financeiros e custeios ocorrem, a tecnologia deve ser desenvolvida para oferecer soluções confiáveis, caso seja indicada a cobrança de tarifas diferenciadas por trecho em determinadas linhas de ônibus urbanos.
Jovens de stratups (empresas de inovação) e profissionais estão desenvolvendo justamente isso no [E]Lab, laboratório de tecnologia da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, em, São Bernardo do Campo.
A iniciativa de desenvolvimento tecnológico é de uma equipe que venceu a Maratona de Inovação 2017, promovida pelo Instituto Superior de Inovação e Tecnologia –Isitec, com a coparticipação da EMTU, vinculada à Secretaria de Transportes Metropolitanos.
A proposta consiste em colocar um validador na porta de entrada dos ônibus e outro nas saídas. Inicialmente, seria descontada toda a tarifa, mas na hora de desembarcar, seria devolvido o valor proporcional ao trecho não utilizado.
Muitos logo podem bradar. “Mas eu já vi isso… isso já existe ..”. ou comentar com um simplesirônico e pouco acrescentador… “Novidade?”
Mas, a novidade é a integração de todos os dados de embarque e desembarque e das tarifas proporcionais ao GPS dos ônibus e ao Gerenciamento e Supervisão – CGS, (o CCO da EMTU) com dados transmitidos em tempo real e com maior confiabilidade.
Os sistemas anteriores testados apresentaram falhas em relação à confiabilidade dos dados. Foram registrados descompassos entre os descontos tarifários e a geolocalização dos ônibus, por exemplo.
O trabalho da equipe de desenvolvimento terá auxílio de técnicos da EMTU, da Metra e do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia – Isitec.
FALA AÍ:
Outro projeto que está sendo desenvolvido no [E]Lab é o aplicativo de celular “Fala, aí” para passageiros da Metra, no corredor São Mateus-Jabaquara/Diadema-Brooklin.
Trata-se de uma ferramenta pela qual o passageiro poderá se comunicar com a empresa, em tempo real, durante a viagem e relatar impressões como lotação, limpeza dos ônibus e até mesmo casos de assédios.
Será um chat com resposta imediata dos funcionários. Chamado Infurbano, o aplicativo também poderá ser usado para os passageiros se informarem sobre linhas, trajetos e paradas.
A ideia é que quem tiver o software no celular se conecte no ônibus. Ao desembarcar, pela geolocalização, o programa se desconecta automaticamente. Isso evita que o celular gaste bateria sem necessidade e distorções como acionamento do chat sem os passageiros estarem no ônibus.
Como já noticiou o Diário do Transporte, no laboratório da EMTU também está sendo desenvolvido um aplicativo que mostra aos passageiros quais ônibus estão mais ou menos lotados na linha, para facilitar a escolha na hora de usar o transporte coletivo. Muitas vezes, vale mais a pena deixar um ônibus lotado passar e esperar o próximo mais vazio que já está bem perto. Mas essa decisão é difícil porque o passageiro hoje não sabe da lotação do próximo ônibus e nem sempre ao certo quando o veículo vai passar.
Relembre:
EMPRESA DE ÔNIBUS VAI BANCAR REFORMA DE LABORATÓRIO:
Inaugurado em julho deste ano, de forma improvisada, o [E]Lab, laboratório de mobilidade da EMTU, onde são desenvolvidas todas estas ideias deve passar por reforma para o espaço se tornar mais adequado.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Parcerias + Inovação da EMTU, Renata Veríssimo, à imprensa do Governo do Estado de São Paulo, todos os custos serão bancados pela Metra, empresa que opera ônibus e trólebus nos 45 quilômetros do sistema São Mateus-Jabaquara/Diadema-Brooklin.
“Teremos paredes envidraçadas, mobiliário ajustável a diferentes composições no ambiente e outras mudanças para tornar o espaço multiuso e estimular projetos de mobilidade urbana

Fonte: ,por: Adamo Bazani, jornalista, especializado em transporte 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

COTIA: Tarifa de ônibus municipal subirá para R$ 4,00 a partir deste domingo (8)

Depois de um ano e 9 meses de congelamento, subirá R$ 0,40.
Viação Raposo Tavares - Cotia
Horários e Itinerários Linhas Municipais  

A tarifa do transporte municipal de Cotia terá aumento de R$ 0,40 a partir das 0h deste 
domingo (8)a tarifa passará de R$ 3,60 para R$ 4,00. O decreto que altera o valor
 da tarifa foi assinado em dezembro de 2016, porém após uma ação popular a
justiça determinou em caráter liminar o "congelamento" da passagem, 
permanecendo assim a tarifa anterior de R$ 3,60.
Um ano e 9 meses após a assinatura do decreto 8.245/16 o Tribunal de Justiça de SP
aceitou essa semana o recurso da prefeitura de Cotia que alega que não  pode continuar
operando seus serviços de transporte públicos, sob o regime remuneratório de 
“tarifa congelada”.

Em posse da decisão de suspensão do recurso assinado pela relatora relatora do 
processo Ana Liarte a prefeitura enviou a empresa Viação Raposo Tavares um
 documento informando que a tarifa passará a ser R$ 4,00.

Fonte: Cotia e Cia - Parceiro

EMTU: Linha 414 Cotia-Alphaville, terá redução de horários

Nesta semana passageiros da linha 414 TRO Cotia (Atalaia)/Barueri (Alphaville 2) da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, operado pela Intervias Viação Raposo Tavares tiveram uma desagradável surpresa.Um aviso foi colocado nos ônibus avisando que dois horários de saída dos coletivos do Atalaia serão extintos, o que causou revolta nos passageiros.


Esta linha funciona somente de segunda a sexta em cinco horários, 5h; 6h; 7h50; 16h20 e 18h. Dois horários serão desativados a partir do dia 16 de outubro, o das 7h50 e 18h.
 Em contato com a Viação Raposo Tavares,a empresa alegou queda da demanda de passageiros, suspendendo os horários.
emtu6
Questionada por nossa reportagem sobre quais opções os passageiros tem para fazer as viagens, a EMTU respondeu que, os usuários que se locomovem entre Cotia e Barueri nesses horários poderão fazer o mesmo trajeto por meio das linhas 260TRO Barueri (Alphaville)/ Cotia (km 30 Rodovia Raposo Tavares) e 581TRO Carapicuíba (Estação General Miguel Costa – km 21)/ Cotia (km 24 Rodovia Raposo Tavares) ; Ou indo por Itapevi pela linha 468 Cotia - Alphaville 
A EMTU informou que avaliará a operação e fará ajustes, se necessários e que os passageiros poderá enviar sugestões e reclamações pelo site: www.emtu.sp.gov.br 
Por: Carlinhos Aniceto 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

COTIA e Regiões : Precisando de um Técnico em segurança do trabalho?.

Técnico em segurança do trabalho é o profissional que tem a função de garantir a segurança do trabalho através da adoção de medidas com o objetivo de minimizar osacidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade física e psíquica dos trabalhadores durante a atividade laboral.



Para saber mais ou caso queira Contratar um Técnico em Segurança do Trabalho acesse o link abaixo: 
juliocezartst.webnode.com



Por: Carlinhos Aniceto 

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Urgente - Acidente caminhão perder o freio e bate no Mercado Municipal em Cotia

Resultado de imagem para toque da cidadeCaminhão  perdeu o freio na descida da Estrada da Roselandia "Atacadão", e atingiu o Mercadão Municipal de Cotia na altura do KM 33 da Raposo Tavares. 
Trânsito totalmente congestionado no local. 


Video Acidente Grave em , caminhão perdeu o controle e foi parar dentro do sacolão



Parceiro: TOQUE DA CIDADE




Por: Carlinhos Aniceto

domingo, 24 de setembro de 2017

Artesp lança prévia de edital para nova consulta pública da licitação das linhas de rodoviários intermunicipais.

Linhas atuais de maior demanda serão mantidas, garante Artesp
A licitação que visa reorganizar as linhas de ônibus rodoviários do Estado de São Paulo está perto de sair do papel.
A Artesp – Agência de Transporte do Estado de São Paulo vai publicar nesta segunda-feira, 25, uma prévia do edital para um novo período de consulta pública.
Diário do Transporte antecipa alguns pontos básicos
Segundo a Agência, o sistema de linhas intermunicipais registra hoje 152,8 milhões passageiros por ano em 645 municípios paulistas. Hoje a operação é feita por cerca de 100 empresas de ônibus, muitas das quais com contratos de permissões assinados há mais de 30 anos.
A licitação foi lançada na metade de 2016, mas as empresas de ônibus contestaram pontos do edital proposto. Companhias como a Viação Cometa chegaram a entrar com ações judiciais contra o certame.
O novo período de consulta pública foi uma determinação do TCE – Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que barrou o certame.
O modelo continuará sendo pela divisão do sistema em cinco lotes. Esta divisão foi um dos principais pontos contestados pelas empresas de ônibus.
Os contratos de concessão serão de 15 anos e, neste período, as empresas terão de investir R$ 3,6 bilhões. A idade média dos ônibus deverá ser de cinco anos. Os veículos terão de oferecer wi-fi e sistema de bilhetagem eletrônica embarcada.

LOTES OPERACIONAIS:
Cada lote vai ser encabeçado por cidades de alta concentração populacional e exigirá um pagamento de outorga mínima que varia de região para região:
Lote 1: Área de Operação Jundiaí e Campinas
Outorga mínima: R$ 55.412.700,00
Os investimentos na operação e aquisição de frota e equipamentos estão previstos em R$ 647,1 milhões ao longo do contrato.
Lote 2: Área de Operação Piracicaba
Outorga mínima: R$ 17.674.700,00
Os investimentos na operação e aquisição de frota e equipamentos estão previstos em R$ 308,2 milhões ao longo do contrato.
Lote 3: Área de Operação São José do Rio Preto e Ribeirão Preto
(Neste caso, inclusive as ligações referentes à Região Metropolitana de Ribeirão Preto).
Outorga mínima: R$ 42.305.400,00
Os investimentos na operação e aquisição de frota e equipamentos estão previstos em R$ 1 bilhão ao longo do contrato.
Lote 4: Área de Operação Bauru e Sorocaba
Outorga mínima: R$ 30.466.500,00
Os investimentos na operação e aquisição de frota e equipamentos estão previstos em R$ 958 milhões ao longo do contrato.
Lote 5: Área de Operação Baixada Santista e Vale do Paraíba
Outorga mínima: R$ 43.063.500,00
Os investimentos na operação e aquisição de frota e equipamentos estão previstos em R$ 672 milhões ao longo do contrato.

Segundo a Artesp, os valores de outorga poderão ser pagos à vista após a divulgação dos resultados até a data da assinatura do contrato ou dividida em três parcelas a serem pagas até o segundo ano do contrato com correções monetárias conforme previsto em edital.
Todas as áreas operacionais devem ser conectadas à capital e todos os municípios devem ser interligados não havendo “áreas de buraco” na malha de linhas.
Cada o lote operacional terá um polo.  Todo centro de município deve ter, no mínimo, duas partidas diárias para o polo ao qual está subordinado.
“Todos os atendimentos atuais serão mantidos e novas necessidades identificadas serão incorporadas ao Sistema com a agilidade que a população precisa, demanda que o atual decreto que regulamente o setor não permite atender.” – informa a Artesp.
Entre as obrigações das empresas de ônibus estão:
– Reduzir a idade média da frota para cinco anos
– Ônibus com ar-condicionado e sanitário também para média distância
– Wi-Fi gratuito para todos os ônibus, independentemente de distância o padrão.
– Sistema de Bilhetagem Eletrônica embarcada.
– Atendimento automatizado aos passageiros nos terminais para todas as linhas
– As empresas terão de possui certificações como ISO/ABNT de seus Sistemas de Gestão da Qualidade e de Gestão Ambiental, com renovações ao longo do prazo do contrato.
– As empresas de ônibus terão de atender a índices de qualidade que serão determinados pela Artesp. Haverá multas em caso de descumprimento.
REGRAS:
As empresas podem participar sozinhas ou reunidas em consórcio. Vence quem oferecer o maior valor de outorga e atender os quesitos operacionais, financeiros e técnicos exigidos pelo novo edital.
Não há limite de empresas que podem compor os consórcios.
Cada empresa ou consórcio só poderá operar apenas um lote, mas pode oferecer propostas para mais de um.
A prévia do edital dirá que uma empresa não pode participar em mais de um consórcio, mas não deixa claro o impedimento de empresas diferentes do mesmo grupo em mais de um consórcio.
Empresas estrangeiras também poderão participar.
A licitação envolve linhas suburbanas e rodoviárias, com exceção das linhas das regiões metropolitanas do Estado gerenciadas pela EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos.

CONSULTA PÚBLICA:
A nova consulta pública vai até às 18 horas do dia 25 de outubro de 2017. As sugestões podem ser enviadas a partir desta segunda, 25, pelo e-mail: novasconcessoes@artesp.sp.gov.br.
As sugestões também podem ser entregues em CD e protocoladas até 25 de outubro, que cai neste ano numa quarta-feira, na sede da Artesp: Rua Iguatemi, 105, térreo, Itaim Bibi. São Paulo – SP – Aos cuidados da Diretoria de Procedimentos e Logística.
Todas as sugestões devem ter identificação com nome, RG, CPG, telefone  e e-mail do autor.
Fonte: ,por: Adamo Bazani, jornalista, especializado em transporte 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Primavera 2017

Quintal de casa rsrs
A primavera é a estação que antecede o verão e sucede o inverno. No Hemisfério Sul, onde está localizado o Brasil, esta estação é caracterizada pelo desabrochar das flores e pelo aquecimento da temperatura.
Nesta estação, o clima é mais ameno, ou seja, não tão quente quanto o verão, e nem muito frio como no inverno.
Céu azul Cotia e Região
O equinócio de setembro marca o início da primavera no Brasil. O equinócio é um fenômeno astronômico onde o Sol atinge com maior intensidade as regiões próximas à linha do Equador. No equinócio, o dia tem a mesma duração no hemisfério Norte e no hemisfério Sul.
O fim da primavera é marcado por outro evento astronômico: o solstício de Verão. Este é o período em que o hemisfério Sul está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol. 

Por: Carlinhos Aniceto

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Governo do Estado de São Paulo abre licitação para ônibus da EMTU/SP


Prazo de concessão será de 15 anos e serão consideradas vencedoras as propostas com menor tarifa


Prevista para ser realizada entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, a licitação dos ônibus intermunicipais em São Paulo da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos deve, finalmente, sair do papel.
área 1 Cotia
Nesta sexta-feira, 15 de setembro de 2017, o governador  publicou a autorização de abertura do processo licitatório.
De acordo com a publicação oficial, o tempo de contrato com as empresas de ônibus será de 15 anos. Serão consideradas vencedoras as propostas que oferecerem o maior desconto em relação à tarifa de remuneração, que será estipulada nos editais. Ou seja, a menor tarifa.
A licitação, além de contemplar a operação dos ônibus, também levará em conta manutenção e operação de infraestrutura, como terminais, investimentos em expansão de linhas e também a bilhetagem eletrônica na região metropolitana, que hoje é de responsabilidade da Autopass, que gerencia o Cartão BOM.
O modelo de divisão de lotes operacionais continua.
área 2 Osasco 
O sistema é dividido em cinco áreas operacionais, das quais apenas quatro foram licitadas em 2006, cujos contratos venceram em 2016 e tinham sido prorrogados para este ano. Na área 5, correspondente ao ABC Paulista, os empresários, alegando pressão de custos operacionais da região, esvaziaram o certame. Na região, também há um processo de recuperação fiscal das empresas de Baltazar José de Sousa que impediu as licitações anteriores. Assim, as empresas metropolitanas do ABC ainda operam em regime de permissão precária.
A frota de ônibus do sistema EMTU no ABC é uma das mais velhas do Estado, com idade média próxima de 9 anos. As reclamações sobre a falta de qualidade nos serviços no ABC são maiores do que de todas as outras áreas somadas
Ainda de acordo com o decreto 62.821 de 14 de setembro de 2017. assinado pelo governador Geraldo Alckmin, poderão participar da licitação, consórcios ou empresas coligadas em Sociedade de Propósitos Específicos – SPE.
Empresas internacionais também poderão participar da disputa para atenderem os serviços de ônibus intermunicipais.
Os editais também vão prever a possibilidade de arrecadação de receitas extra tarifárias, como com exploração dos terminais e publicidade. Para estas receitas, as empresas de ônibus poderão contratar prestadores de serviços.
Os editais em detalhe ainda serão publicados.

Confira os principais pontos do edital de licitação da EMTU


Fonte: ,por: Adamo Bazani, jornalista, especializado em transporte 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

EMTU:Linhas metropolitanas serão integradas no terminal Butantã a partir de 16 de setembro 2017


A medida visa melhorar a fluidez do transporte metropolitano, além de propiciar economia no pagamento da tarifa para 36% dos passageiros

A partir de 16 de setembro quatro linhas que ligam Embu das Artes e Taboão da Serra ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, passarão a ter ponto final no terminal Butantã, do Metrô. A medida tem a finalidade de melhorar o fluxo dos ônibus das linhas metropolitanas e as condições de trânsito nas regiões de Pinheiros e Clínicas, por onde passarão a circular 8 em vez de 30 ônibus por hora, como ocorre hoje em relação a esses serviços. 

Além disso, três dessas linhas terão redução na tarifa, beneficiando aproximadamente 36% do total de 22 mil passageiros que fazem diariamente esse itinerário. Cabe salientar que a maioria dos passageiros desembarca antes do terminal Butantã.

Os passageiros que têm como destino o trecho até o Hospital das Clínicas poderão fazer baldeação para a nova linha Circular Metropolitana 576 no terminal Butantã, pagando o mesmo valor de hoje. Esse serviço será operado com dez ônibus e intervalos médios de cinco minutos nos horários de pico. 

Para garantir o embarque na Circular 576 o usuário deve ter o cartão BOM. Um posto de atendimento criado para atender especialmente aos usuários das linhas funcionará de segunda a sexta-feira na rua Pedro Cristi, 36, das 6h às 12h e das 14h às 20h, a partir da próxima sexta-feira, 1º de setembro. Os passageiros também podem obter o BOM nas lojas e quiosques da Autopass que podem ser consultados no endereço www.cartaobom.net.

As alterações também serão comunicadas aos usuários a partir desta quarta-feira (30) por meio das redes sociais da EMTU, de cartazes afixados nos ônibus e pontos das linhas e de folhetos a serem distribuídos ao público.

Linhas integradas no terminal Butantã e tarifas 

033 Embu das Artes (Engenho Velho)/ São Paulo (Metrô Butantã): tarifa de R$ 4,85 será mantida 
089 Taboão da Serra (Jardim São Judas Tadeu)/ São Paulo (Metrô Butantã): a tarifa será reduzida de R$ 4,85 para R$ 4,75, ou seja 2,1% de economia para o passageiro
124 Embu das Artes (Jardim Santo Eduardo)/ São Paulo (Metrô Butantã): a tarifa será reduzida de R$ 5,30 para R$ 4,75, portanto, 10,4% mais barata
191 Taboão da Serra (Parque Pinheiros)/ São Paulo (Metrô Butantã): a tarifa será reduzida de R$ 4,75 para R$ 4,35, economia de 8,4% 


Itinerário da linha circular 576 Terminal Butantã/Clínicas
Terminal Metrô Butantã
Rua M.M.D.C.
Rua Camargo
Avenida Doutor Vital Brasil
Praça Jorge De Lima
Ponte Bernardo Goldfarb
Rua Butantã
Rua Teodoro Sampaio
Avenida Doutor Arnaldo
Rua Cardeal Arcoverde
Rua Baltazar Carrasco
Rua Chopin Tavares De Lima
Rua Fernão Dias
Rua Berel Aizenstein
Rua Cardeal Arcoverde
Avenida Eusébio Matoso
Ponte Eusébio Matoso
Avenida Eusébio Matoso
Praça Jorge de Lima
Avenida Professor Francisco Morato
Rua M.M.D.C.
Rua Camargo
Terminal Metrô Butantã

Regras de integração com a linha 576

Integração da linha 033 com a linha 576

Tarifa integrada: R$ 4,85 com o cartão BOM 

No sentido capital, o usuário embarca na linha 033 e paga a tarifa de R$ 4,85 com o cartão BOM. Para prosseguir em direção ao Hospital das Clínicas, embarca na linha 576 no Terminal Butantã, sem qualquer desembolso.

Nos sentido Embu das Artes, o passageiro embarca na linha 576 e paga tarifa de R$ 4,75 com o cartão BOM. Ao embarcar na linha 033, no Terminal Butantã, será debitado no cartão o valor de R$ 0,10 referente à diferença em relação à tarifa integrada que é de R$ 4,85. 

Integração da linha 089 com a linha 576

Tarifa integrada: R$ 4,85 com o cartão BOM
No sentido capital, o usuário embarca na linha 089 e paga a nova tarifa de R$ 4,75 com o cartão BOM. Para prosseguir em direção ao Hospital das Clínicas, embarca na linha 576, no Terminal Butantã, onde será debitado no cartão o valor de R$ 0,10 referente à diferença em relação à tarifa integrada que é de R$ 4,85. 

No sentido Taboão da Serra, o cidadão embarca na linha 576 e paga tarifa de R$ 4,75 com o cartão BOM. Ao embarcar na linha 089, no Terminal Butantã, será debitado no cartão o valor de R$ 0,10 referente à diferença em relação à tarifa integrada que é de R$ 4,85.

Integração da linha 124 com a linha 576

Tarifa integrada: R$ 5,30 com o cartão BOM

No sentido capital, o usuário embarca na linha 124 e paga a nova tarifa de R$ 4,75 com o cartão BOM. Para prosseguir em direção ao Hospital das Clínicas, embarca na linha 576, no Terminal Butantã, onde será debitado no cartão o valor de R$ 0,55 referente à diferença em relação à tarifa integrada que é de R$ 5,30. 

No sentido Embu das Artes, o passageiro embarca na linha 576 e paga tarifa de R$ 4,75 com o cartão BOM. Ao embarcar na linha 124, no Terminal Butantã, será debitado no cartão o valor de R$ 0,55 referente à diferença em relação à tarifa integrada que é de R$ 5,30. 

Integração da linha 191 com a linha 576 

Tarifa integrada: R$ 4,75 com o cartão BOM

No sentido capital, o cidadão embarca na linha 191 e paga a nova tarifa de R$ 4,35 com o cartão BOM. Para prosseguir em direção ao Hospital das Clínicas, embarca na linha 576, no Terminal Butantã, onde será debitado no cartão o valor de R$ 0,40 referente à diferença em relação à tarifa integrada que é de R$ 4,75. 

No sentido Taboão da Serra, o passageiro embarca na linha 576 e paga tarifa de R$ 4,75 com o cartão BOM e embarca na linha 191, no Terminal Butantã, sem qualquer desembolso. 

Fonte: EMTU