quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Prefeito Carlão pode romper contrato com Instituto Vida

Por.Sonia Marques cotiatododia

O prefeito Carlão Camargo (PSDB) e o vice-prefeito e novo secretário de Saúde de Cotia, Moises Cabrera se reúnem no inicio desta tarde com o presidente do Instituto Vida - Instituto Educacional Assistencial e Social de Itapetininga, Omar Ozi. Na pauta o contrato que o órgão mantém com a Secretaria de Saúde para fornecimento de mão de obra e medicamentos, “que pode ser rompido”, adiantou o prefeito. O instituto teria sido o principal responsável pela ameaça de greve de parte dos funcionários da saúde na última semana, conforme publicou o cotiatododia, porque não depositou os salários.
Carlão Camargo por sua vez acusa o instituto de não cumprir o contrato e não admite que mesmo sendo uma instituição sem fins lucrativos não tenha um fundo de reserva para pagar funcionários, como ocorre com o outro instituto contratado pela saúde, o Acqua, cujo contrato é de R$ 2,8 milhões.  “A responsabilidade pela contratação e pagamento dos funcionários é do instituto e não da prefeitura”.
Segundo o vereador Toninho Kalunga (PT) publicou em seu blog, a prefeitura deve ao instituto cerca de R$ 3,8 milhões e este poderia ser o motivo do não cumprimento do contrato.
O prefeito diz que  se não houver acordo vai romper o contrato e fazer concurso público para a contratar médicos e enfermeiros e enquanto o concurso não ocorrer não descarta a contratação de emergência para suprir a demanda de atendimento.
O convênio
O convênio com o instituto foi assinado em março deste ano e previa a produção de medicamentos para abastecer as farmácias dos postos de saúde de Cotia além da mão de obra de funcionários.  A promessa era de que chegaria ao fim uma das grandes reclamações do usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), a falta de medicamentos. O que não ocorreu.
Os remédios seriam produzidos em Cotia, numa espécie de farmácia de manipulação em área cedida pela prefeitura. O prazo para a farmácia entrar em funcionamento na época era de 60 dias, o que também não aconteceu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sugestão, Reclamações, Elogios, Comentários e Perguntas