Por outro lado, associação de moradores, urbanistas não aprovam a ideia e a consideram um verdadeiro símbolo de mau gosto e degradação urbana. “Afinal, quem está certo? Há um meio termo?”, pergunta a reportagem do Estadão.
Em Cotia o assunto gera polêmica e mexe com o imaginário dos moradores e lideres políticos, embora por enquanto tudo não passou de discussões teóricas. Considerado solução para o caótico trânsito da Raposo Tavares, que se transformou em uma grande avenida, o monotrilho passou a fazer parte do sonho de parte da população a partir de 2009, quando o grupo Think Tank – pensar e agir Granja Viana, apresentou um proposta que foi considerada viável pelo então presidente do Metrô de São Paulo, José Jorge Fagalli.
Recentemente o prefeito Carlão Camargo disse ao cotiatododia que não havia desistido de levar a ideia adiante e recebeu resposta positiva do secretário Estadual de transportes Jurandir Fernandes que disse que irá encaminhar os estudos.
O monotrilho é um trem elétrico suspenso, que corre com pneus encaixados em um trilho a cerca de 15 metros de altura. Um dos mais antigos do mundo, o de Wuppertal, na Alemanha, foi construído em 1901 e ainda continua funcionando.
Apesar de ser mais conhecido em parques de diversão e aeroportos, o monotrilho é a aposta da Prefeitura e do governo do Estado para criar um sistema de média capacidade. Três linhas devem ser construídas e os primeiros veículos já estão quase prontos. Mas, voltando ao primeiro parágrafo, o monotrilho é bom para São Paulo? O poder público está certo em investir no modelo, ou os moradores estão corretos em criticar os trens suspensos?
Clique na imagem e veja o infográfico do Estadão e saiba como funciona o monotrilho:
Fonte:Da Redação Cotiatododia
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sugestão, Reclamações, Elogios, Comentários e Perguntas