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Empresas não receberam diesel já encomendado
A greve dos caminhoneiros, em especial dos distribuidores de combustíveis em São Paulo, além de provocar correria em postos de abastecimento tem colocado muitas garagens de ônibus em alerta.
A reportagem percorreu duas garagens de transporte coletivo no ABC Paulista e ambas confirmaram que não receberam as encomendas de óleo diesel. Por telefone, outras três empresas da Capital confirmaram também que não receberam o combustível.
A quantidade de diesel é suficiente para poucos dias de operação. Em algumas garagens, o abastecimento por caminhões nos postos internos é diário.
A greve teve início nesta segunda-feira pelo Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo – Sindicam – SP.
Os sindicalistas protestam contra as restrições de tráfego de caminhões na Marginal do Tietê. A prefeitura de São Paulo anunciou a proibição dos veículos de carga pesada na Marginal Tietê de segunda a sexta-feira, das 05 h às 09 h e das 17 h às 22 horas.
Na manhã desta terça-feira, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab admitiu que pode fazer alterações na restrição.
GREVE NACIONAL:
O Sindicato Nacional dos Transportadores de Cargas Líquidas e Corrosivas do Estado de São Paulo não descarta a possibilidade de uma paralisação nacional.
O movimento começou em distribuidoras do ABC Paulista, Barueri, Itapevi e zona Sul de São Paulo, mas já atinge outras regiões.
Nesta manhã, o Governador de São Paulo Geraldo Alckmin declarou que espera uma negociação com a categoria para evitar o desabastecimento em postos de combustíveis, garagens de ônibus e outros serviços essenciais.
Na Capital Paulista, são cerca de 54 mil veículos de distribuição de combustível cadastrados de acordo com os movimentos sindicais.
Editado por : Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes.
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