sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Banco é condenado por enviar correspondências a jovem já falecido



Mesmo depois de informar o Banco Itaú sobre a morte do filho, os pais recebiam constantes cartas e ligações endereçadas ao jovem. Devido ao desconforto que esses contatos traziam, o casal resolveu ingressar na Justiça.

O Juiz de Direito Carlos Eduardo Richinitti, relator do processo, explica que a condenação é importante para que o banco repense sua forma de agir.


Confira a entrevista no Programa Justiça Gaúcha no link a seguir:

Condenação por envio de correspondência a falecido

por Cecília Viegas Pires

Fonte: TJRS - Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul  e Endividado

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