| Ônibus apedrejado em Jundiaí. |
De acordo com empresas, categoria não respeitou decisão da Justiça de colocar 50% dos veículos em operação mesmo durante a greve.
O segundo dia de greve de motoristas e cobradores de ônibus em Jundiaí, Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Louveira, é marcado por transtornos aos passageiros e violência.
Ao menos cinco ônibus foram apedrejados.
O trânsito é complicado, já que muita gente que costuma usar transporte público para se deslocar durante a semana foi de carro.
Houve tumulto em alguns pontos de ônibus e terminais de maior movimento.
Hoje a tarde deve haver mais uma rodada de negociações.
De acordo com empresas de ônibus, os trabalhadores por mais um dia não cumpriram determinação do TRT – Tribunal Regional do Trabalho de operação de ao menos 50% da frota.
O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Jundiaí e Região não aceitou nova proposta das empresas de ônibus, apresentada nesta terça-feira, dia 21 de maio.
As companhias de ônibus ofereceram 9,5% de reajuste salarial, 20% de aumento no vale-refeição e 26,3% de aumento na PLR – Participação nos Lucros e Resultados. Antes a proposta de aumento salarial era de 9%. A elevação em apenas 0,5% teria irritado o sindicato.
A entidade sindical pede aumento de 15% nos salários e vale-refeição de R$ 15 por dia.
Hoje o salário de um motorista na região de Jundiaí é de R$ 1.746,53, o vale-refeição é de R$ 10 e a Participação nos Lucros é de R$ 380.
A greve prejudica 200 mil pessoas por dia, das quais 130 mil somente em Jundiaí.
Fonte:por: Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes
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