Já foi possível constatar que tecnicamente é viável o paulistano andar de ônibus sem o uso de bilhetes ou cartões. Mas para que a idéia seja colocada em prática, ainda há um longo caminho percorrido
O uso do celular para pagamento de passagem de ônibus municipal em São Paulo vai ser tecnicamente possível.
É o que apontam os estudos realizados pela SPTrans – São Paulo Transportes, gerenciadora dos serviços da cidade, e por empresas de tecnologia desde dezembro do ano passado.
Mas para que a possibilidade a mais para o passageiro seja colocada em prática, ainda será necessário percorrer um longo caminho.
O desafio é compatibilizar as tecnologias das catracas, das empresas de telefonia móvel, das fabricantes de aparelhos, bancos e de operadoras de crédito num sistema de transportes que, somente no ano passado, teve registradas 2 bilhões 915 milhões 95 mil 738 passagens pelos ônibus e terminais da cidade de São Paulo.
De acordo com os estudos, bastaria o passageiro aproximar o celular do validador da catraca, movê-lo em frente ao leitor, que o crédito seria descontado.
Mas para isso, é necessário que o telefone móvel tenha um chip especial.
E este é outro desafio: o chip ainda não foi produzido comercialmente.
É nele que seriam colocados os créditos das viagens.
O objetivo, bem para o futuro, é aposentar aos poucos os cartões e os bilhetes.
O número de celulares e de cartões de Bilhete Único em São Paulo são proporcionalmente bem próximos.
Segundo a SPTrans, dede 2004, há 22 milhões de cartões de Bilhete Único ativos na Capital Paulista. Já de acordo com a Anatel, na área 11, existem 33,9 milhões de celulares habilitados.
Fonte:por:Adamo Bazani, jornalista da Rádio CBN, especializado em transportes (Com informações Olhar Digital)
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