 O
projeto de construção da Hidrovia Metropolitana, que vai garantir o
transporte pelo rio Tietê, deu seus primeiros passos na última semana,
com o início das obras de eclusa que vai ampliar o trecho navegável do
rio.
Embora ainda faltem parcerias com as prefeitura e a
iniciativa privada para transformar esse trecho navegável em uma via
completa de transporte fluvial, o Estado já faz as contas de quais serão
os resultados práticos da iniciativa.
Em artigo, Casemiro Tércio
Carvalho, engenheiro naval e diretor do Departamento Hidroviário do
Estado de São Paulo, afirma que o projeto completo envolve ainda o rio
Pinheiros, as represas Billings e Taiaçupeba e um canal artificial com
18 km de extensão, que poderá retirar de circulação do viário urbano,
nessa área, 2,8 bilhões de toneladas de carga por ano e ainda 112 mil
viagens de caminhão anualmente.
Em uma primeira fase, a hidrovia
terá capacidade para transportar cargas como sedimentos de dragagem,
lodo das estações de tratamento, entulho de construção, solo de
escavação e resíduos sólidos urbanos.
Orçada em R$ 101 milhões, a
nova eclusa vai acrescentar 14 km de navegação no rio Tietê na região
Metropolitana de São Paulo, totalizando 55 km de trechos navegáveis.
Fonte: Webdiario.com.br
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