Funcionários do Metrô e da CPTM irão
discutir o reajuste da categoria em reunião na Justiça do Trabalho.
Assembleia dos metroviários deve decidir sobre greve neste noite
Na última semana, metroviários de São Paulo adiaram a paralisação
Às 15h desta segunda-feira, o Sindicato dos
Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários de São Paulo,
sindicatos que representam algumas linhas da CPTM e a Companhia do Metrô
tentam, novamente, chegar a um acordo no Tribunal Regional do Trabalho
da 2ª Região (TRT2).
Segundo os sindicatos, além do aumento dos salários, a
categoria pede reajuste de benefícios como vale-alimentação,
vale-refeição e auxílio creche. Na pauta de reivindicações, estão também
reclamações contra a privatização de algumas linhas, melhores condições
de trabalho, plano de carreira e revisão da jornada. Caso não cheguem a um acordo nesta tarde e decidam pela greve, o TRT já definiu que a categoria deverá manter 100% dos trabalhadores nos horários de pico (das 6h às 9h e das 17h Às 19h) e um efetivo de, no mínimo, 70% nos demais horários. Na última semana, a categoria chegou a propor ao governo que a paralisação fosse substituída pela "catraca livre", alegando que essa mobilização não afetaria os usuários.
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